Câmara solicita ao TCE reavaliação do VLT



 Vereadores debatem operação do serviço

Um requerimento solicitando que auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) reavaliem as duas composições do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) foi aprovado na Câmara Municipal de Macaé, nesta quarta-feira (16). A proposição foi apresentada por Maxwell Vaz (SD). “Em 2014, as composições foram avaliadas em cerca de R$ 15 milhões. Mas como houve depreciação, queremos saber quanto estariam valendo hoje”.

 

O requerimento provocou um debate sobre a cessão, em 2014, do VLT ao governo do Estado, para funcionar entre Magé e Guapimirim. A prefeitura receberia contrapartida em recursos a serem aplicados em obras na Estrada de Santa Tereza. O acordo acabou não sendo cumprido por nenhuma das partes. Luciano Diniz (PT), vice-líder do governo, disse que a administração municipal cumpriu as etapas previstas, mas o Estado não e, por isso, a cessão não foi concluída.

 

Marcel Silvano (PT) disse que o problema do VLT deveria ser incluído na CPI do transporte, que ele tem proposto na Casa e acrescentou: “As composições foram até escondidas para que não fossem vistas e evitar críticas”, afirmou. Paulo Antunes (PMDB) argumentou que elas não foram escondidas, mas removidas de onde estavam a pedido dos ferroviários, para não ficarem em frente à sede do sindicato da categoria.

 

Já Igor Sardinha (PRB) sustentou que o Veículo Leve sobre Trilhos continua sendo “fundamental para lutar contra os desafios da mobilidade urbana”. Maxwell concordou, informando que uma composição de VLT tira de circulação sete ônibus: “Dá para imaginar o quanto isso beneficia o tráfego na cidade”. Paulo Antunes discordou, dizendo que uma autopista somente com ônibus seria melhor para a população, pois a linha férrea não chegaria a vários pontos em bairros como Lagomar, Fronteira e Nova Esperança.

 

Lei do Silêncio

 

Na mesma sessão, os vereadores aprovaram outro requerimento de Maxwell, solicitando à prefeitura a retomada da “fiscalização 24 horas” para fazer cumprir a Lei do Silêncio, prevista para estabelecimentos que funcionam dia e noite.

 

 

Jornalista: Marcello Riella Benites

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