Eduardo Cardoso afirma que verbas zeradas no Orçamento serão corrigidas



O vereador e presidente da Câmara, Eduardo Cardoso (PPS), se reuniu na tarde de onte

O vereador e presidente da Câmara, Eduardo Cardoso (PPS), se reuniu na tarde de ontem com o prefeito, Riverton Mussi (PMDB), para uma avaliação do orçamento municipal de 2008. Em entrevista ao site da Câmara, o presidente disse acreditar que as atividades que estava com verba zerada – conforme o plano de orçamento apresentado na Audiência Pública do Orçamento do dia 13 – devem ser revistas e modificadas. Eduardo já adianta que, além da Segunda Audiência Pública do Orçamento, que será realizada amanhã, dia 30, de 9h às 17h, no plenário da Câmara, deverá haver uma terceira audiência pública do orçamento.

O orçamento de 2008 deverá ser aprovado até o dia 31 de dezembro. “A terceira audiência pode acontecer após o dia 15, data em que os trabalhos do Legislativo entram em recesso, porque não creio que a peça orçamentária estará totalmente pronta na apresentação que haverá durante a audiência de amanhã”, afirmou. Entretanto, após a reunião tida com o prefeito, o vereador já demonstra mais otimismo para com a audiência de amanhã: “A reunião foi extremamente produtiva. O prefeito entendeu que o orçamento estava aquém do exigido por Macaé”, declarou.

O planejamento do orçamento mudou de mãos. Sai o secretário executivo de Planejamento, Luiz Otávio Ferreira da Silva, e seu assessor, Sergio Antônio Leite, para a volta de Videlmo Natalino; atualmente secretário especial de Controle Interno. “O maior benefício dessa mudança será para o Executivo e para a população. O Executivo teria dificuldade para botar em prática orçamento como fora apresentado. Agora, haverá, de certo, um orçamento mais condizente”, afirmou Eduardo Cardoso.

De acordo com o presidente, o orçamento sofrerá mudanças radicais: “sobretudo na distribuição para a área social, de educação e saúde”, exemplificou. Eduardo elogiou, ainda, o trabalho de alguns vereadores. “Os vereadores passam a ser reconhecidos. Como Maria Helena Salles (PSDB) e Maxwell Vaz (PT), que desenvolveram um trabalho crítico e árduo. Eles tinham embasamento para criticar a peça orçamentária”, avaliou.

Eduardo Cardoso conta que foi sentida a vontade do prefeito pela solução do saneamento básico: “pude perceber uma visão especial para a questão, assim como para a macrodrenagem e o esgotamento sanitário no município”, informou.

“Na audiência de amanhã, haverá espaço para ouvir mais. Creio que, desta vez, terão mais explicações para nos dar. Agora, sim, será o orçamento que o prefeito queria, atingindo as classes mais populares”, destacou.

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