Julinho do Aeroporto, Maxwell Vaz e Pedro Reis: Pronunciamentos que marcaram a semana na Câmara



A semana na Câmara municipal foi marcada por críticas ao secretariado municip

A semana na Câmara municipal foi marcada por críticas ao secretariado municipal, aos valores dos cursos profissionalizantes na cidade,  denúncias ligadas a saúde e mais uma vez, à falta de interlocução com o prefeito municipal. Os vereadores Maxwell Vaz (PT) Julinho do Aeroporto (PMDB) e Pedro Reis (PSBD) foram alguns do que utilizaram do grande expediente esta semana para levantar estas questões.

Recém chegado na cadeira de legislador (saíra para assumir a secretaria de infância e juventude de Macaé) o vereador Júlio Cézar de Barros criticou a dificuldade que os vereadores têm enfrentado na busca por contato com prefeito. Julinho disse que tem sido mal interpretado por assumir uma postura incisiva sobre algumas secretarias, mas afirmou que seu dever enquanto vereador é de levar ao prefeito e seus secretários os problemas da comunidade.

“Chamo a atenção das secretarias do governo por que acredito que algumas não estão dando o suporte que o prefeito precisa. E com isso, tenho me encontrado isolado. Mas a minha função é buscar melhorias para a população e ajudar o governo. E nós, vereadores somos os mais cobrados na rua” disse, lembrando do processo eleitoral que se aproxima. “Na eleição o vereador terá o seu valor, mas para isso teremos também que fazer a nossa parte, e sem esse contato com o governo, fica complicado”, comparou.

Pelo PT de Macaé, o vereador Maxwell Vaz questionou o alto valor dos cursos profissionalizantes no município e as dificuldades que os trabalhadores desempregados estão passando por não dispor de renda para se capacitar. Maxwell disse que instituições que poderiam estar proporcionando ensino a baixo custo como Sesi/Senai,  estão com valores acima de R$ 300,00. “Um valor muito alto para o profissional de baixa renda e para uma instituição que recebe apoio do Governo Federal” disse. O legislador esclareceu ainda sobre a procura pelos cursos de salvatagem e a má fé de algumas empresas. Segundo relatou, os cursos são pagos pela Petrobras às empresas prestadoras de serviços. “O trabalhador não tem que pagar pelo curso, uma vez que a empresa paga” esclareceu.

O vereador Pedro Reis, que esta semana teve grande parte de seus requerimentos reprovados pela bancada de situação, voltou a comentar sobre a gestão da Fundação Hospitalar de Macaé e a apuração da informação divulgada na imprensa, sobre a compra do maquinário do hospital da serra (que segunda a reportagem estariam irregular).

“Sei que o que pesa aqui é o interesse da população e por isso não posso tomar uma postura diferente. Tenho que separar o lado pessoal do profissional e cobrar explicações sobre essas informações”, declarou o vereador que é amigo dos responsáveis pelas áreas citadas na matéria. Quanto as proposições reprovadas em plenário, o vereador comentou que elas continham a mesma proposta: esclarecer a população sobre algumas ações do governo.

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