Legislativo aprova criação de Comissão Especial de Segurança Pública



Iniciativa foi aprovada por unanimidade

Com o propósito de buscar soluções junto às instituições públicas para resolver os problemas relacionados à segurança em Macaé, o Requerimento 482/2017 foi aprovado na sessão extraordinária desta segunda-feira (24), na Câmara Municipal de Macaé.

 

De autoria do vereador Nílton César Moreira (PROS), o Cesinha, o documento solicita a criação de uma Comissão Parlamentar Temporária “para atuar na questão emergencial da segurança pública na Serra Macaense e retorno dos Destacamentos de Policiamento Ostensivo (DPOs)”.

 

A comissão será presidida por Cesinha e terá como relator Welberth Rezende (PPS). Já o titular será José Queiróz dos Santos Neto, o Neto Macaé (PTC), e o suplente Marvel Maillet (Rede).

 

Welberth destacou a necessidade de a Câmara ter uma Comissão Permanente sobre o tema, que cuide de todas as questões relacionadas à segurança pública na cidade e não apenas na Serra. Cesinha informou que fará essa solicitação por meio de um Projeto de Resolução (PR) com emenda ao Regimento Interno (RI).

 

Mais policiamento

 

Na ocasião, Cesinha ainda apresentou o Requerimento 235/2017, que solicita policiamento diário entre 21h e 23h nas imediações da Faculdade Estácio de Sá. Segundo ele, o objetivo é proteger estudantes e profissionais da educação, uma vez que “tivemos notícias de vários assaltos naquela localidade, principalmente na saída do estacionamento”, informou.

 

O vereador Marcel Silvano (PT) confirmou a ausência de segurança na localidade e pediu que o policiamento fosse estendido a todo o bairro Novo Cavaleiros e Granja dos Cavaleiros.

 

“Temos também, nessa região, o Colégio Municipal Maria Letícia, que funciona em três turnos e não possui sequer um segurança privado, como acontece na Faculdade Estácio de Sá. Os alunos e funcionários ficam totalmente vulneráveis”, relatou Silvano.

 

Marcel também propôs que fosse feita a poda de árvores que prejudicam a iluminação pública em alguns trechos do bairro e a desobstrução das calçadas, o que, não raro, obriga as pessoas a transitarem no meio da rua e em locais mais escuros.

 

 

Jornalista: Adriana Corrêa

 

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