Marilena Garcia alerta para risco de continuidade do atual modelo de governo no Rio



Em sua volta à Câmara, após ficar afastada de suas atividades por conta de um acidente dom Em sua volta à Câmara, após ficar afastada de suas atividades por conta de um acidente doméstico, a vereadora Marilena Garcia (PT), durante discurso na reunião de terça-feira à noite, usou a tribuna para abordar o momento político-eleitoral que o estado vivencia. De acordo com ela, o atual modelo de governo do Rio de Janeiro poderá ter continuidade caso o grupo apoiado pelo casal Garotinho vença o pleito de domingo, 29. “Penso que as Câmaras Municipais são a base das discussões políticas deste país”, frisou, justificando seu discurso. A petista aproveitou a oportunidade para declarar voto na candidata do PPS, Denise Frossard. “Ela (Denise) constitui uma alternativa, uma possibilidade real de mudança para o estado”, argumentou. Marilena enfatizou ainda que o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, vem sofrendo grandes perseguições, sobretudo, por parte da grande imprensa brasileira. “Nunca na história, um presidente foi tão perseguido como o Lula. Isso é fruto do inconformismo de parte da elite que não admite um homem com origens humildes tenha chegado à presidência”, destacou. Dona de posições definidas e autora de discursos incisivos, Marilena também entregou aos colegas de Câmara e à mesa diretora da Casa, relatório de atividades da comissão que preside e está responsável pela revisão do capítulo de Saúde da Lei Orgânica. “Mesmo afastada da Câmara, não fiquei longe do trabalho como vereadora”, explicou a petista.

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