Maxwell Vaz defende melhorias para o Sana

O vereador e primeiro secretário da Câmara, Maxwell Vaz (PT), cobrou solu&cce

O vereador e primeiro secretário da Câmara, Maxwell Vaz (PT), cobrou soluções quanto às demandas surgidas a partir da Audiência Pública do Sana realizada no dia 18 de agosto, naquele distrito. O vereador comentou algumas questões, como a falta de água e as obras paralisadas na praça da igreja. Na última semana, no dia 21, ele teve a oportunidade de estar no local, por ocasião da inauguração de um núcleo do Partido dos Trabalhadores (PT), e pôde ouvir a população quanto ao desenvolvimento da localidade.

“Lá no núcleo do distrito vivem de 500 a 600 pessoas, e falta água”, exclamou. Ele informou, que por seu entendimento, a responsabilidade da água é da Emhusa – Empresa Pública Municipal de Habitação, Urbanização, Saneamento e Águas –
e cobrou providências. “Apesar de aquela região ter vários córregos, o suprimento de água é precário. Não pode a população ficar abandonada, sem água potável nas casas”, reivindicou.

A outra questão diz respeito a uma obra que foi realizada na frente da igreja do local, mas foi paralisada. A discussão acerca da obra chegou a ser feita na Câmara. Mas, até o momento, a situação continua inerte. “Além de a arquitetura ter resultado em um cenário que destoou do restante do distrito, desagradando aos donos de hotéis e os moradores. O salão da igreja também está fechado há seis meses, com o material das obras em seu interior”, denunciou. E acrescentou: “Nós precisamos ter uma decisão sobre aquilo. Aquilo que foi colocado na porta da igreja!”, cobrou.

Estas seriam duas das principais questões que vêm afligindo a comunidade. Mas, a Audiência Pública do Sana, promovida pela Câmara, debateu, ainda, a pavimentação do acesso ao distrito. Sendo quase totalitária a adesão da população à proposta. O objetivo é calçar o trecho que vai de Casimiro ao Sana e de Casimiro ao Frade, sugestão que foi aceita por uma maioria esmagadora. De 12  moradores que se inscreveram para o uso da palavra, apenas dois foram desfavoráveis à pavimentação; dizendo temer a segurança e o caos na infra-estrutura do distrito.

Após o término da audiência, cerca de 250 pessoas votaram a favor da pavimentação. A plenária disse “sim” ao asfaltamento, com apenas seis votos contra e 4 abstenções.
A audiência contou com a participação de representantes locais e de autoridades do município de Macaé. O vereador, Maxwell Vaz (PT),  presidiu a mesa – composta por 14 autoridades – na qual, a vereadora e segunda secretária da Câmara, Marilena Garcia (PT), também esteve presente.

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