Projeto de lei cria polêmica



Projeto de lei de Marilena Garcia (PT) provocou grande polêmica na noite de quarta-feira, <!--more-->   Projeto de lei de Marilena Garcia (PT) provocou grande polêmica na noite de quarta-feira, na Câmara. O PL da petista passou a considerar como utilidade pública a ONG Movimento da Diversidade Sexual.  “Esta Ong agrupa pessoas que tiveram a maturidade de fazer uma escolha para suas vidas”, disse, em defesa do projeto. Marilena acredita ainda que a entidade cumprirá papel importante no trabalho de prevenção e apoio a homossexuais em relação às DST"s/Aids.    Chico Machado (PPS) também defendeu  o projeto. Para ele, às pessoas devem ser tratadas com respeito sem que a opção sexual seja determinante para isso. “ As pessoas não podem ter seu caráter medido pela escolha sexual que fazem”, frisou.  Líder evangélico, Jorge de Jesus (PRB) teve posicionamento distinto. O pastor fez questão de ressaltar que não entende haver necessidade de criação de uma Ong para abordar o assunto. “Os homossexuais não precisam de Ong, mas de carinho”, enfatizou, apontando ainda a Bíblia como fundamentação para seu questionamento.   Já Pedro Reis (PSD), acredita que para haver justiça social todos devem ser tratados de maneira igualitária. “Trata-se de uma opção, não de doença. A Ong vai agrupar pessoas que tem o mesmo pensamento e que sofrem discriminação”, comentou.     O petista Maxwell Vaz também se colocou favorável ao projeto. Segundo o parlamentar, é necessário respeitar e compreender todas as opniões sobre o tema. “É uma matéria polêmica por conta do preconceito”, lembrou.    Assim como Jorge de Jesus, o tucano Júlio César Barros também se mostrou radicalmente contrário à questão. “Assim como eu respeito a opinião de quem defende a diversidade sexual, o meu pensamento sobre o tema também tem que ser respeitado”.    Ao final da votação, o projeto de lei foi aprovado por seis votos a favor e dois contra.

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