Secretário estadual de Turismo prega união contra crise em Macaé

 <span style="font-size:14px;"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;">Audiência pública debate opções para fomentar o turismo na cidade.</span></span>

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<span style="font-size:14px;"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;">Em audiência pública realizada na tarde desta segunda-feira (30), o secretário de Estado de Turismo, Nilo Sergio Felix, convocou governo municipal, rede hoteleira, restaurantes, profissionais e instituições ligados à área para um enfrentamento conjunto da crise. O evento ocorreu no Palácio Doutor Cláudio Moacyr de Azevedo, sede antiga da Câmara Municipal de Macaé, e foi o <a href="http://www.cmmacae.rj.gov.br/portal/index.php/noticias/2014-setor-debate-turismo-e-propoe-reativacao-de-conselho-municipal">segundo realizado</a> pela Casa neste ano para tratar do tema.</span></span>

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A audiência foi solicitada pelo vereador Welberth Rezende (PPS) e presidida pelo deputado estadual Comte Bittencourt (PPS), vice-presidente da Comissão de Turismo da Alerj. Felix estendeu o convite também aos municípios vizinhos, que sofrem com o mau momento do setor do petróleo. Participaram representantes das áreas turísticas de Rio das Ostras e Quissamã.

 

À frente da Subsecretaria de Turismo de Macaé, Leonardo Anderson lamentou que poucos donos de hotéis tenham comparecido. “É uma pena, pois, com a queda da indústria offshore, a rede hoteleira foi a mais atingida, já que não havia buscado alternativas ao turismo de negócios”. A situação da cidade, com grande vocação turística, possuindo praias, lagoas, serra, parte do Parque de Jurubatiba, a segunda rede hoteleira estadual e centro de convenções que está entre os três maiores do Estado, foi lembrada por vários participantes.

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“Macaé vive uma crise gigante. Com taxas de ocupação que beirava 100%, agora não consegue atingir 30%. Hotéis já fecharam e outros estão desativando andares inteiros”, afirmou Welberth Rezende. “A crise não começou aqui e tende a se alongar. Esta região merece um olhar especial. Com o movimento gerado pelo petróleo, a rede hoteleira atingiu o nível atual. Nós não podemos perder o investimento feito, e não sabemos quanto tempo esses empreendedores irão suportar”, afirmou Comte Bittencourt.

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“É nossa obrigação olhar para o interior”

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Segundo Comte, a política de Nilo Felix é induzir para o interior o potencial turístico da capital. O secretário confirmou: “É nossa obrigação olhar para o interior. Macaé apostou todas as suas fichas no petróleo e agora está sofrendo as consequências. Já outras cidades estão com uma ocupação da rede hoteleira melhor do que a do ano passado”. Ele enumerou iniciativas de divulgação das atrações turísticas, no país e exterior, pela Secretaria, nas quais o município não teve participação significativa.

 
<span style="font-size:14px;"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;">O presidente da Câmara, Eduardo Cardoso (PPS), disse que acompanhou com sofrimento a chegada da indústria <em>offshore</em> na c</span></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">idade. Para o vereador, a crise é a oportunidade para Macaé redescobrir suas riquezas naturais e seus outros atrativos. “Queremos que o as empresas do petróleo se recuperem e fiquem aqui. Mas acredito que agora temos uma grande chance. Quem sabe ainda não teremos uma grande marina em Imbetiba?”.</span>

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Uma maior participação nas iniciativas da Secretaria de Estado de Turismo, a formação e incentivo a profissionais da área foram lembradas na audiência, entre outras ideias para reerguer o turismo. Participantes lembraram também iniciativas de Welberth, já realizadas ou em andamento, como a oficialização de Macaé como município de interesse turístico, a ativação do Conselho Municipal de Turismo e a criação da Semana Macaense de Turismo.

 

 

Jornalista: Marcello Riella Benites

 

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