Vereador questiona blitzes

A autarquia Macaé Transito e Transporte-Mactran voltou a realizar, ontem, blitzes e

A autarquia Macaé Transito e Transporte-Mactran voltou a realizar, ontem, blitzes em vários pontos do município. Esse procedimento foi contestado pelo vereador Maxwell Vaz (PT), que aguarda uma resposta do órgão ao requerimento 060/07, de sua autoria, que dispõe de pedido de informação sobre esse tipo de operação. Essa matéria foi aprovada pela Câmara há mais de dois meses. O vereador considera que a atribuição de realizar blitz é da Polícia Militar, por se tratar de questão de segurança pública. Ele disse temer que esteja havendo abuso de poder por parte da Mactran.

Vaz, que se manifestou na sessão ordinária de ontem durante a ordem do dia, disse que muitos juristas e a população concordam com seu ponto de vista. Ele entrou em contato com o 32o Batalhão da Polícia Militar para saber se a operação da Mactran estava respaldada pela PM e não obteve confirmação. O vereador anteriormente havia consultado o presidente da autarquia municipal de trânsito, Lúcio Aracati, que o informou que o órgão estaria autorizado para a realização de blitz por meio de um convênio com a PM. Contudo, Aracati disse que o documento não estava disponível naquele momento para ser apresentado.

Depois de aguardar o envio do convênio, Vaz decidiu solicitá-lo por meio de requerimento. Entretanto, mesmo se utilizando desse expediente, o documento ainda não foi encaminhado à Câmara. “Queremos saber se é competência da Mactran fazer blitz no município”, ressaltou.

Na sessão de terça-feira, dia 29, também foram cobradas respostas do Executivo. Os vereadores Paulo Paes (PSDB) e George Jardim (sem partido), pediram informações sobre um processo de desapropriação que tramita há cerca de dois anos. Essa indicação de George Jardim dispõe da desapropriação de uma área de 10 mil m2, na localidade de Boa Alegria, Região Serrana do município. Ele explicou que sua proposta se concite em destinar a área para construção de espaço de esporte e lazer, colégio e posto de saúde. “A desapropriação é uma questão burocrática demorada. Mas a comunidade carece dessa área, também para cavalgadas e festas”, corroborou com vereador Paulo Paes, que fez essa reivindicação durante o grande expediente.

Paes defendeu a agilização desse processo e ressaltou que a comunidade local necessita de uma área apropriada para lazer e eventos. Na oportunidade, George Jardim defendeu também a desapropriação de uma área de 22 mil m2, na localidade Bicuda Pequena, para o mesmo fim.  Após a deliberação sobre as matérias, pelos oito vereadores presentes, a sessão de ontem foi encerrada por não haver inscritos para o grande expediente e para a explicação pessoal.

Deixe uma resposta