Vereadores elogiam projetos para 2008



Cinco vereadores se inscreveram para fazer uso da palavra após a apresentaç&

Cinco vereadores se inscreveram para fazer uso da palavra após a apresentação de projetos para o ano de 2008, feita em plenário, no último dia 15, pelo prefeito, Riverton Mussi (PMDB).

O vereador, Pedro Reis (PSDB), mostrou-se satisfeito com o apoio garantido, pelo prefeito, à Casa do idoso: “o asilo merece atenção. Ouvimos, hoje, colocações positivas”, disse.

A vereadora e segunda-secretária da Câmara, Marilena Garcia (PT), por sua vez, afirmou que o governo Riverton Mussi é o melhor para a mulher macaense: “a licença maternidade passará a ser de 180 dias ou seis meses, em vez de quatro. Isto confere segurança e tranqüilidade à mulher que acabou de dar à luz e à sua família”, declarou.

Além disso, a vereadora destacou o projeto de habitação popular para mulheres chefes de família e a escola de tempo integral. “Nesse regime as mãe podem trabalhar com a garantia de que seus filhos estão protegidos”, disse Marilena.

Já o vereador e primeiro-secretário da Casa, Maxwell Vaz (PT), destacou a transformação do Barracão em praça: “os moradores do Miramar e Visconde agradecem”, avaliou. Maxwell chamou atenção, ainda, para o projeto de construção de uma nova rodoviária através da PPP – Parceria Pública e Privada. Ele cobrou, também, melhorias para o transporte coletivo: “precisamos de uma solução urgente”, afirmou.

O primeiro secretário requereu que a ata da sessão do dia 15 seja enviada para o prefeito, como um lembrete dos projetos expostos. O presidente da Câmara, Eduardo Cardoso (PPS) determinou que o requerimento será atendido administrativamente.

A vereadora, Maria Helena Salles (PSDB), disse que irá aplaudir os projetos somente depois de concluídos: “gosto de trabalhar em função de resultados e não de palco”, declarou.

Já o vereador, Paulo Antunes (PMDB), aproveitou a presença do presidente da Guarda Municipal, Antônio Franco, para elogiar o projeto Guarda Sênior, que já está em vigor. O líder do governo na Câmara pediu que as discussões se limitem  ao espaço do plenário.

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