Câmara aprova a criação de uma Casa de Vacinas em Macaé



 <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">O Projeto de Lei 29/2014 foi aprovado nesta quarta-feira (17), em única discussão, e&nbsp;</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">recebeu o apoio de todos os vereadores.</span>

O Projeto de Lei 29/2014, que regulamenta a criação de um Centro de Referência de Vacinas no município, foi aprovado nesta quarta-feira (17), em única discussão, na Câmara de Vereadores de Macaé. A iniciativa do Executivo recebeu o apoio de todos os parlamentares presentes.

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No entanto, alguns vereadores fizeram ressalvas ao projeto. Igor Sardinha (PT), por exemplo, reconheceu a necessidade de melhorar o atendimento na área da saúde, mas questionou a falta de informações do documento. “O projeto não diz se serão criados cargos ou quais as despesas que isso trará para a administração pública. Além disso, prevê a abertura de crédito especial, mas não sabemos o valor e qual será a sua exata destinação.”
 

O parlamentar afirmou ainda, que, a falta de vacinas para prevenir a meningite e o tétano é uma prova do serviço deficitário que é oferecido à população macaense na área da saúde. “Não está faltando vacinas por não haver uma casa de vacinas na cidade, e sim pela falta de uma gestão eficiente na Saúde”, declarou.

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O líder da bancada governista no Legislativo, Júlio César de Barros (PPL), defendeu o projeto como mais uma ação da atual administração para melhorar a saúde pública em Macaé. O presidente da Casa, Eduardo Cardoso (PPS), ainda enfatizou que, na saúde, o atendimento de um serviço especializado, em um espaço específico, geralmente oferece mais conforto, cuidado e acolhimento à população.

 

Por fim, o vereador Welberth Rezende (PPS) lembrou que, atualmente, o Centro de Vacinação fica no Posto de Saúde Jorge Caldas, que trata de pacientes com uma série de doenças infecciosas, tais como tuberculose e hanseníase, entre outras. “Expor um recém-nascido, que precisa ser vacinado, a esse tipo de ambiente, é perigoso”.

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Jornalista: Adriana Corrêa

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