Servidores do HPM denunciam corte abrupto de auxílio alimentação



 <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">Servidores do&nbsp;</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">HPM pediram o retorno do pagamento do auxílio-alimentação nesta&nbsp;</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">quarta-feira (24), na Câmara Municipal de Macaé.</span>

A Tribuna Cidadã desta quarta-feira (24) foi utilizada pelos servidores do Hospital Público Municipal – HPM, que denunciaram a interrupção do pagamento do auxílio-alimentação, sem comunicação prévia ou justificativa por parte da Prefeitura da cidade. Maqueiros, assistentes sociais, enfermeiros, auxiliares administrativos e técnicos de enfermagem estiveram na Câmara de Vereadores de Macaé para pedir o retorno do benefício.
 

Segundo o técnico de enfermagem Vivaldo Azevedo, o presidente da Fundação Hospitalar de Macaé, Leandro Soares, informou que o pagamento do auxílio-alimentação é ilegal, uma vez que os servidores já recebem o auxílio-refeição. “Perdemos R$ 400 e não sabemos como ficará o pagamento no próximo mês. Isso nos preocupa porque causa um impacto financeiro em nosso orçamento familiar”, esclareceu.
 

O maqueiro Everton Freitas relatou que foi colocado um aviso, sem assinatura, no quadro do hospital, no dia 27 de agosto e, no dia 30 de agosto, já foi feito o pagamento sem o benefício. “Foi uma falta de respeito conosco, que estávamos contando com esse dinheiro e não tivemos tempo de nos planejar financeiramente. Além do mais, não recebemos uma explicação convincente até o momento”, desabafou.
 

Igor Sardinha (PT) e Maxwell Vaz (SD) criticaram a postura do governo em retirar esse direito dos servidores e apontaram o colapso financeiro que o município vem enfrentando como causa dessas atitudes extremas. “Não se deve fazer economia no salário dos servidores. O corte tem que ser feito nas assessorias e contratos de serviços milionários”, afirmou Maxwell.
 

Para o presidente da Câmara, Eduardo Cardoso (PPS), o gestor pode rever seus atos a qualquer momento, conforme a realidade apresentada. “De qualquer maneira, o Executivo precisa explicar para os servidores o que está acontecendo.” Ele ainda se comprometeu a falar pessoalmente com o prefeito Aluízio Santos Jr. (PV) e tentar encontrar uma solução pacífica para a questão.

 

Vereadores aprovam requerimento para tentar esclarecer a situação
 

Em resposta às reivindicações dos servidores da Saúde, o vereador Igor Sardinha (PT) solicitou ao Executivo cópia dos pareceres jurídicos que deram sustentação para a interrupção do auxílio alimentação. O requerimento foi aprovado por todos os vereadores presentes na sessão ordinária, realizada na mesma data.  Ele ainda teve aprovado um pedido de audiência pública sobre o assunto, para o caso da Prefeitura de Macaé não responder os questionamentos dos trabalhadores ou não apresentar uma alternativa para a questão. 

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Jornalista: Adriana Corrêa

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